HowTo – Aumentando a área de Swap sem ter que reinstalar

Primeiro vamos ao problema. Estava eu precisando instalar o Oracle XE em uma máquina com pouca área de Swap, com isso a instalação do Oracle não foi realizada, ai segue a dúvida, como fazer para aumentar a área de Swap sem ter que reinstalar meu servidor? Segue a resposta.

HowTo –  Aumentando a área de Swap sem ter que reinstalar

Aqui aumentaremos a área de swap para 800 Mb e não esqueça, se você tem 250MB e quer aumentar sua swap para 800Mb, deverá especificar 550MB na linha de comando.
Vamos verificar a quantidade de memória swap existente:
# free

Depois verificamos quanto de espaço físico temos em disco para poder aumentar na memória swap.
# df -hT

Em seguida iremos criar um diretório no raíz com o nome de swap:
# mkdir /swap

Agora criaremos a swap propriamente dita:
# cd /swap

Já que temos 250mb de swap, temos então que adicionar 550mb:
# dd if=/dev/zero of=/swap/swapfile bs=1024 count=550000
Este comando, dependendo do poder de processamento de sua máquina, vai demorar um pouco para concluir, aguarde, até aparecer a mensagem abaixo:

550000+0 records in
550000+0 records out

# mkswap /swap/swapfile
Setting up swapspace version 1, size = 509595904 bytes

# swapon /swap/swapfile
Pronto, agora vamos ver se prestou a bagaça

# free

Vamos adicionar agora a nova entrada no FSTAB para montar no boot. Edite o arquivo /etc/fstab e adicionando a seguinte linha:

/swap/swapfile swap swap defaults 0 0

Salve e saia do FSTAB.

Pronto esta feito , você acabou de aumentar sua SWAP.

Se quizer voltar ao tamanho original , delete o arquivo que esta em /swap e tire a linha do /etc/fstab.

Wireless – Antenas e outros detalhes…

Vou precisar fazer umas conexões wireless nos próximos dias, e passei a me informar sobre confecção de antenas de baixo custo, inclusive as famosas antenas de latinhas, compatilho com vocês os materiais que encontrei.

Web 2.0 – Quem são os donos?

Muitos dos serviços Web 2.0 que utilizamos hoje são mantidos por grandes empresas e muitas vezes nem ficamos sabendo disso.  O site Mydigimedia.com, mantém uma lista atualizada constantemente sobre quem possui o quê no mundo 2.0.

Algo que se pode notar da compilação desses serviços é que  enquanto muitas empresas estão pensando se devem ou não permitir que os visitantes postem comentários em seus sites, outas estão se movendo em grande velocidade à frente, com  diferentes modelos de negócios, ou seja, estão pensando globalmente: agregador de pesquisa +  conteúdo móvel + jogos = sustentabilidade.

Confira a lista: http://www.mydigimedia.com/WhoOwns.html

Livro: Getting Real – Caindo na Real

Estou lendo o livro Getting Real. Nele é descrito a metodologia – se é que é uma metodologia – de produção que a equipe da 37signals utiliza. O que? Você nunca ouviu falar na 37signals? Pois é a empresa responsável por iniciativas como o Ruby on Rails e Writeboard, e outras coisas bem interessantes. O livro está disponível inteiro para leitura na web, com tradução para várias línguas, inclusive português pt_br.

Em síntese, o que o o livro prega é que os desenvolvedores devem pular as fases que representam o projeto (documentos, especificações, wireframes, testes de usabilidade etc.) e parta direto para o que realmente é o projeto, ou seja, telas, códigos e programação.

Sabe aquela idéia do “menos é mais”? Pois é exatamente essa que o livro procura destacar, defendendo que os softwares devem iniciar enxutos, que a equipe deve ser pequena e ágil, que o código deve ser o mais simples possível e que tudo deve ser lançado logo e aprimorado sempre.

É como estar construindo algo ao inverso, ou seja, pular diversas especificações funcionais e documentações para construir telas do mundo real.

Bem, na verdade não imaginava algo assim, esta certo que metodologias super detalhadas não sejam a melhor escolha para alcançar a velocidade que projetos Web necessitam, tão pouco, não sei se o estilo defendido pelo livro não acaba tornando o produto final apenas um paleativo para o problema que se deseja solucionar, ou seja, a famosa colcha de retalhos que o desenvolvedor consegue dar manutenção!

Infelizmente nossa realidade nos empurra a isso, muitas vezes temos “chefes” que querem as coisas pra ontem, as contas batendo à porta, orçamentos enxutos e o principal, brasileiro tem aversão a planejamento!

Ao meu ver, utilizar uma metodologia otimiza um processo, e não serve apenas para burocratizá-lo, como muitos acreditam. Um planejamento quando seguido evita retrabalho e acelera a entrega. O difícil é convencer que quando se esta planejando, também está se executando, afinal o pensamento leva à ação.

Enfim, o que estou aprendendo com o livro, é que tem que haver um equilíbrio entre o planejamento e execução, adaptando às necessidades de cada projeto. O próprio livro esclarece que não tem como construir um avião utilizando a metodologia Getting Real.

Diagrama representativo da metodologia

É quem sabe agora aqueles projetos engavetados comecem a torna-se reais. É tenho pelo menos uns 3 aqui esperando, e você, o que acha disso?

Link: http://gettingreal.37signals.com/

Download em PDF do diagrama acima

CMS em Java

Um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo – SGC, ( inglês Content Management Systems – CMS), é um sistema gerenciador de websites, portais e intranets que integra ferramentas necessárias para criar, gerenciar (editar e inserir) conteúdo em tempo real, sem a necessidade de programação de código, cujo objetivo é estruturar e facilitar a criação, administração, distribuição, publicação e disponibilidade da informação. Sua maior característica é a grande quantidade de funções presentes.

Este blog por exemplo, funciona com um dos mais famosos CMS do mercado, chamado WordPress, e tem muitos outros, porém a grande maioria é em PHP, porém encontrei esse link que divulga alguns desses gerenciadores também em JAVA.

Confira em: http://java-source.net/

E aqui também: http://content-management-directory.com/cms-39.html

Use a internet para aprender um novo idioma

Bem, existem vários sites que oferecem a possibilidade de qualquer pessoa aprender um idioma novo, e muitos desses com serviços gratuítos, vejamos 3 desses:

O LingQ (pronúncia: link) é um sistema de aprendizado de idiomas desenvolvido por Steve Kaufmann, um ex-diplomata que fala fluentemente nove idiomas. O método utilizado por Steve não é os de livros de gramática, mas em atividades práticas.

No ambiente do LingQ é possível realizar atividades de leitura, audição, redação e conversação (com Skype). Maioria das atividades são gratuitas, mas para participar das práticas de conversação via Skype é necessário comprar pontos através do PayPal. Uma seção de 15 minutos custa 500 pontos, que correspondem a US$ 5. Atualmente, os seguintes idiomas estão à disposição: inglês, russo, alemão, francês, sueco, espanhol, italiano, português e japonês.

O KanTalk possui a funcionalidade chamada FunTalk Conversation Lessons que incorpora lições que combinam várias mídias como vídeos do YouTube e imagens para auxiliar a prática de inglês. Durante as lições você pode se comunicar com outros usuários através do Skype. As lições podem ser adicionadas aos seus favoritos, enviadas aos seus amigos e avaliadas.

SpanishPod é um serviço web que pretende agregar conteúdo em espanhol para o seu MP3 Player.

Pelo conceito podcast você escolhe uma série de áudio aulas em níveis de desenvolvimento da língua; do iniciante ao avançado. Como alimentador de podcasts, você pode acompanhar novas aulas através de assinaturas de feed.

O serviço busca a responsabilidade no conteúdo e por isso publica aulas de podcasts com falantes da língua espanhola, tudo para tornar o aprendizado o mais próximo da língua “mãe”.

Neste mesmo conceito, temos o EnglishPod.

Fontes: www.meiobit.com