Howto: Gerando Dump do Postgresql e transferindo o arquivo para uma máquina com Windows Server

 

Howto: Gerando Dump do Postgresql e transferindo o arquivo para uma máquina com Windows Server

O objetivo deste howto não é discutir qual é a melhor forma de realizar um backup PostgreSQL, mas sim propor uma forma de realizar um Dump da base de dados em um servidor Linux e transferir para um servidor de arquivos que rode Windows, isso é muito comum em empresas e instituições, onde muitas vezes no servidor Windows encontra-se instalada algumas ferramentas de terceiro para gerenciar fitas, robôs e etc.

Não custa citar o ótimo artigo do Fábio Telles Rodriguez, onde o mesmo deixa claro que Dump não é considerado a melhor forma de realizar um backup. Vamos lá.

Imaginemos o seguinte cenário:

  • Uma rede controlada por um Windows Active Directory – AD (Windows 2003 ou maior);
  • Um servidor de arquivos na rede, que pode estar rodando na mesma máquina do AD ou em outra;
  • Servidor Linux (Ubuntu ou outro qualquer) e rodando o SGBD PostgreSQL 8.x;

A idéia é o seguinte:

  • Uma vez por dia o SGBD PostgreSQL irá gerar um Dump da base de dados, através de uma tarefa agendada na Crontab.
  • O dump gerado será armazenado em um diretório na mesma máquina do SGBD (não é uma boa prática deixar na mesma máquina) e uma cópia do mesmo será enviado para o servidor de arquivos Windows.

Mãos a massa:

  1. Vamos considerar que o servidor Linux seja Ubuntu (ou debian) . Se estiver utilizando CentOS  é só instalar os mesmos pacotes pelo Yum Instal;

Instalando os requisitos:

# apt-get install samba samba-common smbfs smbclient

Criando a pasta que servirá de montagem:

# mkdir /mnt/ntserver

No servidor de domínio, Windows Server – Active Directory, você deve ter um usuário com privilégio de escrita na pasta compartilhada. Basta executar a linha abaixo para testar a montagem:

# mount -t smbfs //192.168.0.10/pasta_compartilhada /mnt/ntserver -o username=usuario_de_dominio,password=senha_de_dominio

Claro trocando os termos em negrito para os da sua rede.

# ls /mnt/ntserver

Com este comando deve listar o conteudo da pasta campartilhada lá do servidor de arquivos Windows. Ok, agora, vamos desmontar:

# umount /mnt/ntserver

Criando o script de backup do PostgreSQL

Criando a pasta onde ficará armazenado localmente os Dumps

# mkdir /home/bkp_pg

Crie o arquivo chamado bkp.sh

# vim /etc/init.d/bkp.sh

Insira o seguinte conteúdo:

[shell]#!/bin/sh
# script que gera backup de bases de dados PostGreSQL
# Referencia: http://www.htmlstaff.org/postgresqlmanual/app-pgdump.html
# Jonas Ferreira – jonas.ferreira@gmail.com – http://jf.eti.br
# C 2010 03 19
#

# VARIAVEIS ##################
export PGPASSWORD=postgres            # Exportando a senha do PostGreSQL para o ambiente (Ubuntu)
vU=”postgres”                          # Usuario no PostGreSQL
vP=”postgres”                        # Senha
vB=nome_base                             # Base De dados
vBI=”/usr/lib/postgresql/8.3/bin/”     # Diretorio raiz dos binarios do PostGreSQL
vR=”/home/”                                # Diretorio raiz
vD=”bkp_pg/”                     # Destino do Backup
vPre=”basePG”                       # Prefixo no nome do arquivo de saida
vE=”.dmp”                              # extencao do arquivo de saida
vH=”localhost”                      # Host do servidor
vAno=`date +%Y`                     #Ano
vMes=`date +%m`                     #Mes
vDia=`date +%d`                     #Dia
vHor=`date +%H`                     #Hora
vMin=`date +%M`                     #Min
vCod=`date +%N`                     #date [date (GNU coreutils) 5.3.0]
vDat=”$vAno$vMes$vDia-$vHor$vMin-$vCod”
vA=$vPre”-“$vB”-“$vDat$vE

# VALIDACAO ##################
if [ -z $vU ]; then
echo “Sem usuario”;
exit 0;
fi
if [ -z $vP ]; then
echo “sem senha”;
exit 0;
fi
if [ -z $vB ]; then
echo “informe o nome da base de dados”;
exit 0;
fi

# BACKUP #####################
echo “# Gerando backup. Aguarde…”
echo “# Destino: $vR$vD”
echo “# Nome do arquivo: $vA”

echo “#################################”

echo “# Compactando backup. Aguarde…”

# Caso queira gerar com inserts (arquivo fica maior)
#$vBI””pg_dump -U $vU -h $vH –inserts $vB | gzip -c > $vR$vD$vA.out.gz

# Caso queira gerar com copy (arquivo fica menor)
$vBI””pg_dump -U $vU -h $vH  $vB | gzip -c > $vR$vD$vA.out.gz

echo “#################################”
echo “# Transferindo o o arquivo para o servidor Windows…”

# Montando a pasta
mount -t smbfs //192.168.0.10/pasta_compartilhada /mnt/ntserver -o username=usuario_de_dominio,password=senha_de_dominio

# copiando o arquivo
cp $vR$vD$vA.out.gz /mnt/ntserver

# desmontando a pasta
umount /mnt/ntserver

# limpando a variavel de ambiente
export PGPASSWORD=
exit
[/shell]

 

Setando permissão de execução no script:

# chmod +x /etc/init.d/bkp.sh

Colocando o script na Crontab:

# crontab -e

Adicione a seguinte linha:

#Realizando Backup do PostgreSQL – Todos os dias a meia noite
00 00 * * * /etc/init.d/bkp.sh

Salve o arquivo e pronto, já pode testar:

# /etc/init.d/bkp.sh

Como saída, você verá algo como:

# Gerando backup. Aguarde…
# Destino: /home/bkp_pg/
# Nome do arquivo: basePG-nome_base-20111116-2012-048760000.dmp
#################################
# Compactando backup. Aguarde…
#################################
# Transferindo o o arquivo para o servidor Windows…

Verifique na pasta de destino se foi criado o arquivo:

# ls /home/bkp_pg

Deve listar o arquivo compactado:

basePG-nome_base-20111116-2012-048760000.dmp.out.gz

Verifique também lá no servidor de arquivo do Windows, na pasta compartilhada, se este mesmo arquivo existi por lá.

Pronto, você acabou de implementar uma solução de Dump de uma base PostgreSQL e transferiu para um servidor de arquivos Windows. Espero que seja útil para você.

 

Howto: Como utilizar a base de usuários do JOOMLA 1.5.x para se logar externamente

Howto: Como utilizar a base de usuários do JOOMLA 1.5.x para se logar externamente com PHP.

Sério, você ainda pode precisar disso.

Imagine a seguinte situação:

Você tem um portal Joomla funcionando normalmente e necessita criar um sistema externo que necessita de autenticação, então você se lembra que no Joomla existe uma base de usuários completa e o que precisa fazer é somente utilizar essa base para se logar, maravilha, então confira no script abaixo como fazer isso, não requer prática nem habilidade:

[php]
< ?php session_start(); // Fazer conexão com o banco de dados $db = mysql_connect("localhost", "usuarioBD", "senhaBD"); mysql_select_db("baseDeDados", $db); // Pegar nome de usuário e senha do formulário $usuario = $_POST['usuario']; $senha = $_POST['senha']; // Obter senha cifrada do usuário $sql = "SELECT name, password FROM jos_users WHERE username='$usuario'"; $resultado = mysql_query($sql); // Extrair os dados do resultado da query $pega = mysql_fetch_array($resultado); $senhaCripto = $pega['password']; // Separar a senha do sal if($senhaCripto) { $partes = explode( ':', $senhaCripto ); $cripto = $partes[0]; $sal = $partes[1]; // Criar hash com a senha fornecida com o sal (se houver) $novoHash = ($sal) ? md5($senha.$sal) : md5($senha); // USUÁRIO E SENHA VÁLIDOS: if( $novoHash == $cripto ) { // Jogando na sessão o nome do usuário, para poder utilizar posteriormente $_SESSION['nome'] = $pega["name"]; // Pode-se simplesmente exibir uma mensagem, ou redirecionar para uma página restrita. echo "Acesso autorizado"; // redirecionando para a pagina restrita. header("location:pagina_restrita.php"); // USUÁRIO EXISTE, MAS A SENHA NÃO BATE: } else { // Pode-se exibir uma mensagem. echo "Acesso negado. A senha não confere!"; // Ou é dar um alert pro usuário: echo "“;
}

// Fechando a conexão
mysql_close($db);
?>

[/php]

WordPress: Restringir o acesso ao wp-admin

Mais uma implementação de segurança fácil de habilitar no WordPress.

Caso queira evitar que usuários de determinado perfil não tenha acesso ao Painel de Controle, ou ainda, permitir acesso ao Painel de Controle somente a partir de um IP, ideal quando se quer amarrar que as publicações sempre ocorram dentro de seu ambiente de Intranet.

Existe diversas maneiras de fazer isso, seja com código PHP ou por meio de plugins, vejamos:

1. Restringir o acceso ao wp-admin com plugins:

Embora existam muitos plugins para esta finalidade, o que oferece mais possibilidade customização é o WP-Secure, que permite limitar o acesso ao Painel de Controle tanto por IP ou por determinado usuário. Muito bom.

2. Restringir o acceso ao wp-admin por IP:

Para este método, precisaremos editar/criar o arquivo .htaccess. 

a. Encontre o arquivo .htaccess na raiz de seu site, utilizando um cliente de FTP, caso não exista este arquivo, você pode criar o mesmo, e inserir o seguinte conteúdo:

[php]
Order Deny, Allow
Deny from all
Allow from xx.xx.xx.xx
Allow from xx.xx.xx.xx

[/php]

Onde xx.xx.xx.xx é o IP que pode acessar. Caso não saiba teu IP, pode utilizar este link.

Ainda não terminamos.

b. Agora vá até a pasta wp-admin de sua instalação WordPress e crie um outro .htaccess, e em seu interior, coloque essas linhas:

[php]
Order Deny,Allow
Deny from all
Allow from xx.xx.xx.xx
Allow from xx.xx.xx.xx
[/php]

Novamente, o xx.xx.xx.xx representa o IP autorizado a acessar o Painel de Controle.

3. Restringir o acesso ao wp-admin por código PHP.

Esta é outra forma simples de conseguir os mesmos resultados, sem utilizar .htaccess ou plugins.

Edite o arquivo functions.php de seu tema, caso não tenha este arquivo, basta criar e colocar dentro da pasta de seu tema.

[php]
< ?php function restringir_login(){ global $current_user; get_currentuserinfo(); if ($current_user->user_level < 4) { //se não é admin, não entra. wp_redirect( get_bloginfo(‘url’) ); exit; } } add_action(‘admin_init’, ‘restringir_login’, 1); ?>
[/php]

Com este exemplo, todo usuário que não seja Administrador não poderá acessar o Painel de Controle, fácil assim.

Fontes e maiores informações:

Como zerar todas as regras de IPTables

Howto: Script Shel para eliminar as regras do Firewall Iptable local.

É algo útil para economizar tempo, sem a necessidade de ter que digitar cada linha na console, toda vezes que se deseja limpar as regras.

Sistema Operacional: Debian e derivados.

Dentro do diretório /scripts cremos um arquivo chamado limpa_iptables.sh com o seguinte conteúdo:

[shell]

#!/bin/sh
echo “Limpando todas as regras e liberando todo o tráfego…”
/sbin/iptables -P INPUT ACCEPT
/sbin/iptables -P FORWARD ACCEPT
/sbin/iptables -P OUTPUT ACCEPT
/sbin/iptables -F
/sbin/iptables -X
/sbin/iptables -t nat -F
/sbin/iptables -t nat -X
/sbin/iptables -t mangle -F
/sbin/iptables -t mangle -X
/sbin/iptables -L -n
[/shell]

Agora é só tornar o script executável e pronto, já poderemos rapidamente dar um flush nas regras de iptable, com apenas um comando:

[shell]
root@srv:~# chmod +x /scripts/limpa_iptables.sh
root@srv:~# ./scripts/limpa_iptables.sh

Chain INPUT (policy ACCEPT)
target prot opt source destination

Chain FORWARD (policy ACCEPT)
target prot opt source destination

Chain OUTPUT (policy ACCEPT)
target prot opt source destination
[/shell]

Howto: Máscara de CPF e CNPJ no Excel

Essa é bem velha, mas vou deixar aqui para eu não esquecer mesmo.

Para você conseguir personalizar a formatação do CNPJ ou CPF você utilizar a formatação de células com números personalizados. Esta formatação completará com zeros à equerda, isso é importante para o caso de CPF e/ou CNPJ que começam com zero, e quando você converte o valor para numérico esse zero a esquerda desaparece. Visualmente aparecerá com pontos e zeros, mas o valor da célula será o número digitado.

Ex: CPF: 555.555.555-55 -> Valor da célula será 55555555555

COMO FAZER:
1-) Clique na célula ou coluna onde deseja inserir a formatação.
2-) Selecione FORMATAR – CÉLULAS
3-) Selecione NÚMERO
4-) Selecione PERSONALIZADO
5-) Na caixa de texto “TIPO” digite:
p/ CPF: 000″.”000″.”000″-“00
p/ CNPJ: 00″.”000”.”000″/”0000″-“00

Ícones personalizados para entradas customizadas no WordPress

Uma das novidades mais legais da versão 3.0 do WordPress é a possibilidade de criar formulários de entrada de dados com campos personalizados. É uma funcionalidade que tem muito a crescer, pois com este recurso pode-se transformar o WordPress em praticamente qualquer coisa que imaginar.

Pois bem, provavelmente você esta ansioso para começar a criar suas entradas de dados personalizados, e para “floriar” um pouco, você pode conferir esta lista com nada menos de 3.000 ícones.

Caso não se lembre do procedimento para utilizar ícones para seus formulários personalizados, aqui tem o código, mais abaixo um vídeo explicativo, para que não tenha mais dúvida.
[php]
< ?php add_action( 'admin_head', 'cpt_icons' ); function cpt_icons() { ?>

< ?php } ?>
[/php]

[vimeo]http://vimeo.com/15738252[/vimeo]

DotProject: Erro ao associar arquivo anexado a uma determinada tarefa

Este erro ocorre na versão 2.1.5.

Quando se tenta fazer o upload de um determinado arquivo e deseja associar o arquivo a uma tarefa, na janela que se abre para que seja possível selecionar a tarefa é exibida a mensagem de erro: “Incorrect parameters passed

É simples de resolver,

edite o arquivo modules/files/addedit.php, indo até a linha 139 (onde consta a instruções de window.open) e adicione um “&” entre os termos:

dialog=1 e callback=setTask

Ficando assim:
[shell]
window.open(‘?m=public&a=selector&dialog=1&callback=setTask&table=tasks&task_project=’
+ f.file_project.options[f.file_project.selectedIndex].value, ‘task’,’left=50,top=50,height=250,width=400,resizable’)
[/shell]

Feito isso, faça um logout na aplicação, e de um restart no apache e pronto, já poderá associar uma tarefa ao arquivo anexado.

Howto: DotProject com problemas para enviar emails

Na Gestão de Projetos de TI,  se  torna necessário o uso de uma  ferramenta que acompanhe, auxilie e trabalhe o dia-a-dia do Gerenciamento de Projetos. O DotProject é um Software Livre
voltado  para  gerência  de  projetos,  e  muito  utilizado  em  TI.  Com  o  dotproject  é  possível controlar  todos  os momentos  do  gerenciamento  de  um  projeto,  incluindo  custos,  prazos  e stakeholders envolvidos no projeto. Provavelmente você já o conhece.

É muitas vezes instalados dentro de uma Intranet e  não é difícil encontramos reclamações de envio de email pela aplicação.

Pelo Dot é possível configurar a forma de envio das mensagens pelo Menu Admin. do Sistema » Preferências » Configuração do Sistema, sendo possível utilizar um servidor externo de SMTP ou pelo próprio PHP através do sendmail.

Para usar o sendmail basta configurar da seguinte maneira:

  • Transporte de Email: Padrão PHP
  • Servidor SMTP: /usr/sbin/sendmail
  • Porta: 25

E só.

Ai que vem o problema, os emails enviados pelo Dot utilizando esta configuração possui a seguinte linha no cabeçalho: Received: (from apache@localhost), com isso muitos provedores (não são todos) realizam a checagem do cabeçalho e simplesmente rejeitam as mensagens, Gmail por exemplo aceita já o Google APPs que é o serviço do Google para servidores de email a domínios particulares não aceita.

Certo, ai talvez você seja cliente do Google APPS assim com eu e resolva utilizá-lo como seu servidor de SMTP externo:

  • Transporte de Email: SMTP
  • Servidor SMTP: smtp.gmail.com
  • Porta: 465
  • Servidor Requer Autenticação
  • Usuário SMTP: usuario@seudominio.com
  • Senha do SMTP: sua senha
  • Habilitar TLS para SMTP

Provavelmente isso não vai funcionar, e vai retornar como erro: Failed to send email: 503 5.5.1…

Solução 1:

Trocar o Sendmail pelo Postfix. Se estiver usando CentOS (Red Hat, Fedora…) é só fazer assim:

# yum install postfix system-switch-mail

# system-switch-mail

Vai ser exibido uma tela para que você faça a alteração de agente de Transporte de E-Mail (MTA), sendmail e postfix. Escolha postfix e confirme.

Agora você edite o arquivo php.ini que fica em:

# vi /etc/php.ini

localize a linha:
sendmail_path = /usr/sbin/sendmail -t -i

altere para:
sendmail_path = /usr/sbin/sendmail.postfix -t -i

Reinicie o posfix

# /etc/init.d/postfix restart

Volte ao DotProject e vá até as configurações de SMTP (Menu Admin. do Sistema » Preferências » Configuração do Sistema).

Se estiver usando Ubuntu (Debian e derivados)

# sudo apt-get install postfix

Durante irá perguntar o tipo de servidor, você responde: “internet site”

Edite para ficar assim:

  • Transporte de Email: SMTP
  • Servidor ssl://smtp.gmail.com
  • Porta: 465
  • Servidor Requer Autenticação
  • Usuário SMTP: usuario@seudominio.com
  • Senha do SMTP: sua senha
  • Desmaque o TLS

Pronto com isso já deve funcionar.

Solução 2

Alterando alguns arquivos de configuração apenas:

Primeiro para corrigir o erro: Failed to login to SMTP server: 502 5.5.1
http://www.dotproject.net/vbulletin/showthread.php?t=5359&page=2

Depois este segundo passo:
http://www.dotproject.net/vbulletin/archive/index.php?t-5301.html

Referências

http://wiki.centos.org/HowTos/postfix
http://www.linuxmail.info/postfix-smtp-server-howto-centos-5/
http://drupal.org/node/321857
http://serverfault.com/questions/108047/ubuntu-mail-server-switch-to-postfix-from-sendmail

Exibir todas as imagens de uma pasta utilizando PHP

Com este pequeno script é possível exibir todas as imagens de uma determinada pasta. Adicionei uma tabela para ter uma visão de impressão.

[php]
< ?php //Sua pasta $files = glob("imagens/*.*"); $colCnt=0; echo '

‘;

for ($i=1; $i‘;
echo ‘

‘;

if ($colCnt==4)
{
echo ”;
$colCnt=0;
}
}

echo ”;
?>
[/php]

Howto: Como utilizar mais de 4GB de memoria RAM em um sistema de 32bits?

Howto: Como utilizar mais de 4GB de memoria RAM em um Sistema Operacional de 32bits?
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Este é um problema bastante comum, veja só a situação:

Você configurou seu servidor, tudo perfeito e o mesmo esta funcionando 100%, depois de um tempo percebe que irá precisar colocar mais memória, seja por qual for o motivo (instalou o Tomcat, Jboos… e afins… ), e ao adicionar novos pentes de RAM nota que o Sistema Operacional não reconhece as novas memórias, ou seja, você esta utilizando um S.O de 32bits.

O que fazer? Bem, passei por isso esses dias, e o administração da rede simplesmente disse: “faz outra máquina com S.O de 64 bits”.

Não vou dizer que ele esteja errado, porque pode ser a oportunidade de renovar o S.O e tudo mais, porém é chato ter que configurar tudo novamente, serviços, crons… e etc. Felizmente há uma solução.

Basta instalar o Kernel com suporte para PAE (Physical Address Extension):

Para Linux Debian Squeeze ou Wheeze:

Versões estáveis e testadas:
# aptitude install linux-image-2.6-686-bigmem

Para Debian Sid:
# aptitude install linux-image-686-pae

Para CentOS e RedHat derivados:

# yum install kernel-PAE

Após isso é só dar um Reboot e as novas memórias serão reconhecidas.

Há, também é possível fazer isso em Windows 7, basta instalar este Pach:

Windows 7 32bit 4GB Ram Patch (2.3 MiB)
Instruções: http://www.howorks.com/

‘;

$num = $files[$i];
echo ‘ ‘;
print substr(substr($num,6,100),0,-4);

echo ‘