Manual – Planejamento e Organização de Eventos

Visando democratizar o acesso aos procedimentos, bem como auxiliar o trabalho de órgãos e unidades acadêmicas, a Coordenadoria de Relações Públicas da Universidade Federal de Goiás disponibilizou este material com dicas relacionadas ao planejamento e organização de eventos.

Essas dicas servem não apenas para o ambiente acadêmico, mas para todos que trabalham ou que precisam organizar eventos.

No manual existem algumas referências a anexos, os quais copio a seguir:

Roteiros das principais atividades voltadas ao planejamento e organização de cerimônias de posse, inauguração e lançamentos.

Aplicações Open Source para transformar a educação

Enquanto alguns educadores rapidamente compreendem o potencial de software de código aberto, muitos outros têm hesitado em se afastar da zona confortável de aplicações comerciais.

No entanto, isso está mudando. Mais professores e instituições estão agora participando de organizações como Schoolforge, a Fundação Open Source para Educação e Escolas Open Source. Esses educadores estão começando a ver que a filosofia open source tem o poder de transformar a educação em vários aspectos.

Em primeiro lugar, as escolas podem usar aplicativos de código aberto para substituir o software comercial caro e liberar recursos para outros fins. Por exemplo, openSIS executa as mesmas tarefas que programas de administração escolar de código fechado (agendamento, notas, boletins, atendimento, etc), reduzindo o custo total de propriedade em até 75% por cento.

Em segundo lugar, aplicativos de código aberto estão mudando a maneiras de alunos e professores interagirem e algumas instituições, nomeadamente o MIT e a Universidade de Berkeley, ter utilizado o conceito de ensino a distância open source.  Como membros do Consórcio OpenCourseWare , eles disponibilizam o conteúdo de alguns cursos gratuitamente, de modo que qualquer pessoa no mundo pode se beneficiar de seus conhecimentos.

Finalmente, o software de código aberto dá aos educadores mais opções do que nunca. Hoje, os instrutores têm dezenas, se não centenas, de opções de aplicativos de código livre e aberto que os ajudam a apresentar lições sobre tudo, desde aprender o ABC até sobre a modelagem das interações complexas de moléculas durante os processos bioquímicos.

Confira no link abaixo uma pequena amostra das aplicações de código aberto disponíveis para ajudar os educadores a ensinar e inspirar seus alunos.

Link: http://www.datamation.com/osrc/article.php/3831751/55-Open-Source-Apps-Transforming-Education.htm

NAT 1:1 ou Proxy Reverso, qual a melhor alternativa?

Genericamente falando, tanto o NAT 1:1 como o Proxy Reverso tem por finalidade ligar um endereço interno específico para um endereço externo.

NAT 1:1 (one-to-one)
Se desejarmos que uma máquina da rede interna possa ser vista de fora da rede, ou seja, possa receber conexões e ter servidores instalados, podemos usar o NAT 1:1. Esse esquema de NAT é bem simples e consiste em criarmos manualmente uma tabela no roteador mapeando o IP privado para um IP público. Esse tipo de NAT também é chamado de NAT estático, uma vez que as informações na tabela permanecem válidas indefinidamente após serem criadas.

Como existe permanentemente uma entrada na Tabela NAT associando o IP 10.1.1.2 ao IP 200.3.3.3, tanto a máquina A pode iniciar a comunicação com alguma máquina da Internet como alguma máquina da Internet é que pode iniciar uma comunicação com a máquina A. A figura acima mostra o caso onde a máquina A enviou um pacote para uma máquina na Internet que possuía o IP 60.6.6.6. Quando esse pacote passa pelo roteador, o IP de origem será trocado para o IP 200.3.3.3. Do mesmo modo, como pode ser visto na próxima figura, sempre que o roteador receber um pacote da Internet para o IP 200.3.3.3 o IP de destino será trocado para 10.1.1.2.

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Como remover placas de redes no CentOS (Vmware ESXi)

No procedimento de clonagem de uma máquina virtual pode acontecer da eth0 não iniciar, este erro foi comentado aqui.

Pois bem, existe ainda o problema de NICs diferentes, ou seja, suponhamos que na máquina de origem havia 2 placas de rede (eth0 e eth1) e na máquina clone, você só irá utilizar uma única placa (eth0).

Ao realizar o clone, normalmente nenhuma das interfaces de rede é levantada, vejamos como corrigir isso.

1. Utilizando o VSphere Cliente, edite as configurações da máquina virtual e remova todas os Networks Adapters e adicione um novo VMXNET 3 ou E1000.

2. Inicialize a máquina.

3. Estando logado na máquina virtual pelo VCenter Console, execute os seguintes comandos:

# rm -rf /etc/udev/rules.d/70-persistent-net.rules
# rm -rf /etc/sysconfig/networking/devices/ifcfg-eth*
# rm -rf /etc/sysconfig/networking/profiles/default/ifcfg-eth*
# rm -rf /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth*

4. Renicie a máquina. Mesmo que você tente adicionar uma interface de rede neste momento utilizando o comando system-config-network não será possível, pois não será detectado uma interface de rede.

5. Simplesmente crie o arquivo ifcfg-eth0, com o seguinte conteúdo:

# vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0

DEVICE=eth0
ONBOOT=yes
BOOTPROTO=static
NETWORK=192.168.0.0
IPADDR=192.168.0.199
NETMASK=255.255.255.0
GATEWAY=192.168.0.1
DNS1=192.168.0.2

6. Reinicie novamente a máquina, e ao retornar a eth0 estará ativa e nem sinal da NICs legadas. Você pode inclusive agora usar o setup do CentOS para configurar a rede, normalmente.

Referência:

Plugins WordPress da Boston University

A Universidade de Boston usa o WordPress desde de 2008 e em março de 2013 comemorou o lançamento do site de número 800 baseado neste CMS. Neste processo  tem desenvolvido a sua própria estrutura de temas de forma a padronizar os projetos de centenas de sites internos. Com o WordPress, e através de uma estreita colaboração entre equipes de desenvolvimento e designs, serviços de publicação na web são agora oferecidos a centenas de departamentos universitários, ou seja, uma solução de baixo custo, fácil de usar, profissionalmente projetado, e com uma interface intuitiva com o usuário de forma a proporcionar experiência consistente para os visitantes.

E como forma de brindar a comunidade de código aberto, a Universidade de Boston colocou a disposição no WordPress.org três plugins, os quais têm permitido que Universidade utilize eficazmente o WordPress como um sistema de gerenciamento de conteúdo em larga escala e fornecendo os seguintes recursos e aprimoramentos:

Página do projeto WordPress na instituição: http://www.bu.edu/tech/comm/websites/www/wordpress/

BU Navegação

Com este plug-in, até mesmo as estruturas do site mais rebeldes podem ser domados. Com duas linhas de código qualquer tema pode se beneficiar desta alternativa menu personalizado rico em recursos.

Versão simplificada dos plugins:
http://wordpress.org/plugins/pages-order/
http://wordpress.org/plugins/simple-page-ordering/
http://wordpress.org/plugins/cms-page-order/

Link: http://wordpress.org/plugins/bu-navigation/
BU Seção Edição Plugin

Esta adição permite aos administradores controlar a multidão para WordPress, o que lhes permite criar grupos de seção de edição, editores atribuir a um grupo, e definir o conteúdo membros desse grupo podem editar.

Este fornece permissões avançadas para gerenciar os editores de sua equipe. Pode-se Criar seção “grupos de edição” e granular o controle a quem pode editar o conteúdo. Atribuir editores somente a uma seção específica e definir o que o grupo editar.

Muito semelhante, porém mais simples que o http://wordpress.org/plugins/role-scoper/

Link: http://wordpress.org/plugins/bu-section-editing/
BU versões Plugin

Com este plugin você pode clonar qualquer post publicado (página, post, midias…) para editar e gravar uma versão alternativa sem substituir o conteúdo publicado. Você pode fazer várias edições em qualquer período de tempo, tudo feito “nos bastidores”, sem mudanças destrutiva ao conteúdo “quente”. Isto permite um fluxo de trabalho de publicação que precisa ser analisado e aprovado antes de ser re-publicado. Depois de pronto, a publicação de sua versão irá substituir o post original.

Link:  http://wordpress.org/plugins/bu-versions/

Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) no VirtualBox

Uma máquina virtual para Virtual Box, com Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) é uma ideia bacana disponibilizada pelo site VMLite para quem esta desenvolvendo para Android, ou queira testar Apps antes de instalar em seu celular ou tablet.

A versão que está atualmente no site é a 4.0.4, mas poderá ser outra quando você for fazer o download, pois eles estão sempre atualizando a máquina virtual. Nos testes que fiz com essa VM, consegui entrar na loja Google Play e instalar aplicativos tranquilamente.

Quem quiser baixar essa máquina virtual basta acessar esse link e clicar em “Download It Now!”, depois basta abrir o arquivo baixado com o VirtualBox.

Cartilha do Servidor Público Federal

Trata-se de cartilha informativa, para uma rápida consulta, elaborada em linguagem simples e de fácil compreensão e visa permitir o acesso, dos servidores às orientações acerca de sua vida funcional, seus direitos e seus deveres, com a indicação da legislação básica.

Embora o foco da cartilha sejam as carreiras de  Técnico-Administrativo e de Docentes das Instituições Federais de Ensino, a mesma contém informações que engloba todos os Servidores Públicos Civis da União pois é baseada na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 – que define o Regime Jurídico Único e demais normas, além é claro da Lei nº 11.091, de 11/01/2005, e do Decreto nº 94.664, de 23/07/1987 e Lei 11.784 de 22/12/2008 e alterações.

Se você é Servidor Público Federal, ou esta se preparando para um concurso da união, vale a pena ler este material.

Inventário de Referências Culturais de Xapuri

Você conhece Xapuri-AC ? A cidade de Chico Mendes…

É conhecida por seus moradores como a Princesinha do Acre. Uma cidade marcada por uma história de luta e resistência desde o período da Revolução Acreana à organização política dos trabalhadores da floresta. Resistiu também ao declínio da borracha, foi próspera e teve comércio forte. É realmente um local especial, onde os significados históricos e culturais se fazem explícitos em suas edificações, desde os casarões da cidade às casas dos seringueiros que vivem na floresta. Além disso: os gostos, os cheiros, os sabores, os lugares, a extração do leite da seringueira e tantas outras representações culturais, constituem os marcos e referencias de identidade para a população de Xapuri.

Estava dando uma “geral” em alguns discos de backup e encontrei aqui o Inventário de Referências Culturais de Xapuri, um documento governamental riquíssimo, fruto de intensa pesquisa do Departamento de Patrimônio Histórico da Fundação de Cultura Elias Mansour e alguns parceiros na catalogação das  referências culturais do munícipio, visando auxiliar a valorização e fortalecimento das memórias e identidades de seus moradores.

Opções de download:

 

Script de Backup (dump) Postgresql – Múltiplos bancos em arquivos separados

Seguindo a idéia do artigo anterior, onde foi construido um script para backup Mysql com dump para cada banco, facilitando assim uma futura restauração, iremos agora construir um script para backup do PostgreSQL.

O script é bem simples, veja:

[shell]
#!/bin/sh
#Diretorio de destino do arquivos
DIR=/tmp/backup

#Listagem de todos os bancos de dados de seu SGBD
[ !$DIR ] && mkdir -p $DIR || :
LIST=$(su – postgres -c “psql -lt” |awk ‘{ print $1}’ |grep -vE ‘^-|:|^List|^Name|template[0|1]’)

#Laço com Dump, para cada banco listado acima, é gerado um dump, com a saída já compactada em .gz
for d in $LIST
do
su – postgres -c “/usr/bin/pg_dump –inserts $d | gzip -c > $DIR/$d.sql.gz”
done
[/shell]

Certo, com isso podemos melhorar a idéia, e produzir um script que além de gerar os dumps compactados, já faça a transferência dos mesmos para nosso storage (LDAP).

Disponibilizo para download um script com isso em prática.

Script de Backup – PGSQL – Com depósito no Storage – AD – LDAP

Observação:

O script irá tentar montar a pasta do servidor Windows, caso ocorra o erro:

error: mount: //192.168.20.10/mnt/ntserver/ is not a valid block device

É só instalar o smbfs (Debian e derivados)
# apt-get install smbfs

Como NÃO liderar profissionais de TI.

 

Liderar equipes não é uma tarefa fácil e infelizmente, algumas empresas, ou gestores, ainda não se deram conta que as pessoas possuem caracteristicas e interesses diferentes, e que por isso, precisam ser lideradas e motivadas também de formas diferentes. A situação é um pouco pior quando os liderados são da área de tecnologia.

Paul Glen, em seu livro Leading Geeks: How to Manage and Lead the People Who Deliver Technology

afirma que os profissionais de TI são “muito inteligentes, geralmente introvertidos, extremamente valiosos, pensam de modo independente, são dificeis de encontrar, dificeis de manter e são essenciais para o futuro da empresa”. Lendo isto da para se ter uma noção da importância de manter estes profissionais motivados (ou não desmotivá-los).

Alexander Kjerulf,  escreveu um texto a uns anos atrás sobre como realizar uma má gestão do pessoal de TI. Vejamos:

Quando os analistas da NCR Australia – Computer Equipment Supplies , entraram de greve, foi uma movimentação que poderia paralisar ATMs, caixas de supermercado e máquinas de check-in nos aeroportos. Este fato mostra que TI se tornou tão central em praticamente todas as corporações, que qualquer paralisação poderá custar muito tempo e dinheiro, o que significa também que manter os geeks (profissionais de TI) felizes no trabalho é obrigatório nas empresas modernas. Geeks felizes são geeks eficientes.

A principal razão da infelicidade do pessoal de TI no trabalho é a má relação com a gerência, às vezes porque geeks e gerentes têm personalidades, origens profissionais e ambições muito diferentes.

Algumas pessoas chegam à conclusão que geeks odeiam gerentes e são impossíveis de liderar. A expressão “administrar geeks é como pastorear gatos” (N.T: do inglês “managing geeks is like herding cats”) é usada às vezes, mas está errada. O fato é que o pessoal de TI detesta gerenciamento ruim e tem menos tolerância com relação a isso que outros empregados.

Confira os 10 maiores erros dos gerentes de equipes de TI:

1- Ignorar o treinamento

Uma vez tive um chefe que disse que “treinamento é jogar dinheiro fora, estude por si mesmo”. Esta empresa quebrou 2 anos depois. Treinamento é importante, especialmente em TI, e gerentes devem reconhecer e alocar os fundos para isto. Às vezes vem o argumento de que “se eu treiná-los um competidor irá contratá-los”. Talvez seja verdade, mas por outro lado, a outra alternativa é possuir apenas empregados despreparados, incapazes de trabalhar em qualquer outro lugar.

2- Não dar o reconhecimento

Já que gerentes não entendem bem o trabalho feito pelos geeks, é difícil para eles reconhecer e recompensar um trabalho bem feito, o que compromete a motivação. A solução é trabalhar juntos para definir objetivos que ambos os lados concordem. Quando esses objetivos forem alcançados, os geeks estão fazendo um excelente trabalho.

3- Planejar muita hora extra

“Vamos puxar o máximo de trabalho de nossos geeks, afinal eles não têm vida”, parece ser a abordagem de alguns gerentes. É um grande erro e geeks que trabalham demais ficam improdutivos ou simplesmente vão embora. Em um caso famoso, um jovem trabalhador em TI teve um ataque causado por stress, foi hospitalizado, retornou ao trabalho logo depois e logo teve outro ataque. Este post examina mais a fundo o mito de que longas horas de trabalho é bom para os negócios.

4- Usar “gerentês”

Geeks odeiam “gerentês” e vêem como superficial e desonesto. Gerentes não devem aprender a falar “nerdês”, mas devem deixar de lado os buzzwords de negócios. Um gerente pode dizer “Devemos agir de forma proativa com o objetivo de otimizar nosso time-to-market” ou simplesmente usar português e ficar com “Precisamos estar em dia com esse projeto”.

5- Tentar ser mais esperto que os geeks

Quando gerentes não sabem nada sobre uma questão técnica, eles simplesmente devem admitir isso. Os geeks irão respeitá-los por isso, mas não por enrolar. E eles vão descobrir – geeks são espertos.

6- Agir de forma inconsistente

Geeks têm um profundo senso de justiça, provavelmente isto está relacionado com o fato que, em TI, estrutura e consistência são elementos críticos. A documentação não pode dizer uma coisa enquanto o código diz outra, e, da mesma maneira, gerentes não podem dizer uma coisa e fazer outra.

7- Ignorar os geeks

Uma vez que gerentes e geeks são tipos de pessoas diferentes, os gerentes podem acabar deixando os geeks sozinhos. Isto torna a liderança sobre eles um ato difícil, e geeks precisam de boas lideranças, como todos os outros grupos.

8- Tomar decisões sem consultá-los

Geeks normalmente dominam o lado técnico do negócio melhor que o gerente, então tomar uma decisão técnica sem consultá-los é o maior erro que um líder pode cometer.

9- Não lhes dar as ferramentas necessárias

Um computador rápido pode custar mais que um mais antigo e talvez não siga o padrão da empresa, mas geeks usam computadores de maneira diferente. Um computador lento diminui a produtividade e é uma chatice diária, tal como um software antigo. Dê-lhes as ferramentas que precisam.

10- Esquecer que geeks são trabalhadores criativos

Programação é um processo criativo, não industrial. Geeks devem constantemente trazer soluções para novos problemas e raramente resolver o mesmo problema duas vezes; entao é necessário liberdade e flexibilidade. Códigos rígidos de vestimenta e muitas normas matam toda a inovação. Eles precisam também de estarem em um ambiente criativo para evitar a “morte pelo cubículo”.

Cometer um ou mais desses 10 erros (e eu já vi gerentes cometendo os 10 erros) tem sérias conseqüências, incluindo:Baixa motivação

  • Alta rotatividade de empregados
  • Aumento de faltas (justificadas)
  • Baixa produtividade
  • Baixa qualidade do trabalho
  • Serviço prestado de forma indesejável

Geeks felizes são geeks produtivos, e o fator mais importante é boa administração, adaptada para a situação.

Apenas para esclarecer:

Não estou dizendo que todos os geeks são os mesmos. Geeks são extremamente diferentes entre si e este post comete uma perigosa generalização.

Não estou dizendo que todos os trabalhadores em TI são geeks. Uns são, outros não. Eu definitivamente fui um.

Tradução livre do artigo original: http://positivesharing.com/2006/03/how-not-to-lead-geeks/